Nesta quinta-feira, os alunos do 7º ano, estudaram as partes das flores na aula de ciências com a professora Claudia.
Rua Bernardo Olsen - Cidade: Canoinhas - SC- Bairro:Marcílio Dias - Fone: (47)3627-4214
quinta-feira, 27 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
Hora da merenda
Nesta terça-feira, os alunos do vespertino, saborearam uma deliciosa merenda. Foi servido carne moída com molho, arroz, feijão, purê de batatas com salada de cenoura e acelga.
| Alunos após o hino. |
Outras imagens:
| Professora Rejane Ennes, estagiária Elli e os alunos do 3º ano. |
| Professora Cristina fazendo instrução de astronomia. |
| Professora Eliane Zanella e a estagiária Elli Burzi com os alunos do 5 º ano. |
quinta-feira, 20 de março de 2014
Hora da merenda
Hora do recreio e da merenda.
Os alunos da escola Manoel saboreiam uma merenda saudável e nutritiva, preparada e servida pela funcionárias Lucélia e Ana. Hoje foi servido: peixe, feijão, arroz, farofa de cenoura e salada de beterraba e alface.
Os alunos da escola Manoel saboreiam uma merenda saudável e nutritiva, preparada e servida pela funcionárias Lucélia e Ana. Hoje foi servido: peixe, feijão, arroz, farofa de cenoura e salada de beterraba e alface.
| Correndo para o refeitório. |
| Funcionária Tanea distribuindo fichas. |
| Imagens do período matutino. |
Outono
CANÇÃO DE OUTONO
Cecília Meireles
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando aqueles
que não se levantarão…
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
- a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão… “
Cecília Meireles
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando aqueles
que não se levantarão…
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
- a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão… “
| Escola e o pé de ipê. |
| Fotos: Fátima Santos Esta foto foi tirada numa pequena poça d'agua. É só uma questão de posicionar a câmara pertinho da água. |
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